Exploração e Produção

Angola é um dos negócios de crescimento mais rápido na carteira da BP
Vessels, Angola Vista do Grande Plutónio (primeiro plano) e o navio de apoio de campo Bourbon 101 (plano de fundo)

A BP é operadora dos blocos 18 e 31 em águas profundas e ultra-profundas da bacia do Baixo Congo, detém participações nos blocos 15 e 17, também em águas profundas da bacia do Baixo Congo, e tem participação no projecto Angola LNG no Soyo. A BP é também a operadora dos blocos 19 e 24, e detém participações nos blocos 20, 25 e 26 em águas profundas nas bacias do Kwanza e Benguela.

A Produção líquida média da BP Angola é de cerca de 200.000 barris de petróleo por dia a partir dos blocos 15, 17, 18 e 31. A BP assinou acordos de partilha de produção com a Sonangol, sendo esta a concessionária que concede direitos de pesquisa e produção de petróleo e gás para o grupo empreiteiro formado pelo operador do bloco e os seus parceiros.

Bloco 18: o projecto Grande Plutónio

O Projecto Grande Plutónio, no Bloco 18 do offshore Angolano, é um elemento importante da carteira de BP Angola. Este foi o primeiro projecto de desenvolvimento em Angola operado pela BP. O Bloco 18 abrange uma área de 5.000km2, em profundidades que variam de 1.200 a 1.600 metros. O Grande Plutónio envolve cinco campos: Gálio, Cromio, Cobalto, Paladio e Plutónio. O Grande Plutónio iniciou a sua produção em Outubro de 2007, estando actualmente a produzir (produção bruta) cerca de 200 mil barris por dia. O Bloco 18 irá fornecer gás associado à fábrica ALNG 

Bloco 31: o projecto PSVM

A BP, em nome da Sonangol e parceiros do Bloco 31, fez uma série de descobertas em águas profundas no Bloco 31, que resultaram no desenvolvimento dos campos Plutão, Saturno, Vénus e Marte, conhecidos colectivamente como o PSVM. Localizado na parte nordeste do Bloco 31, o projecto PSVM prevê a produção de cerca de 150.000 barris de petróleo por dia. A produção iniciou em Dezembro de 2012 e está actualmente em cerca de 100.000 barris de petróleo por dia. O projecto PSVM é neste momento o maior projecto de águas profundas em África e contem uma das maiores infra-estruturas submarinas do mundo. 

Pré-sal nas bacias do Kwanza e Benguela

Em Dezembro de 2011, a BP assinou acordos de partilha de produção para a operação dos blocos 19 e 24, e participações nos blocos 20 e 25. No mesmo ano a BP adquiriu 40% no Bloco 26, confirmando assim o seu acesso a cinco novos blocos offshore nas bacias do Kwanza e de Benguela com uma área total de 24.240 km2. O potencial dessas aquisições é sustentado pela geologia das bacias, que deverá reflectir o pré-sal rico em hidrocarbonetos do Brasil.