Contexto

O desenvolvimento social sustentado passa pela participação ativa das empresas e dos seus colaboradores na melhoria das condições de vida da sociedade. É o que nós na BP fazemos com orgulho.

Desde há alguns anos que as chamadas "ações sociais" passaram a integrar o conteúdo da racionalidade económica. O argumento é simples. As empresas são parte integrante da sociedade e com o apoio prestado a pessoas ou instituições mais necessitadas valorizam o seu capital de imagem e influenciam os seus negócios.

Depois de ter sido anunciado por Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas, em 1999, no Fórum Económico Mundial, chega agora a Portugal o Pacto Global, um código de conduta empresarial baseado em valores universais. O Pacto Global será lançado em Portugal no final do ano 2002 e visa harmonizar políticas e práticas empresariais internacionais para criar um mercado global mais estável.

O documento enquadra-se no conceito mais vasto de Responsabilidade Social, que traduz o conjunto de intervenções cívicas das empresas nas comunidades em que se inserem ou na sociedade, através de patrocínios, donativos, mecenato e voluntariado, entre outras formas.

A economia descobriu as vantagens institucionais que resultam da prática de ações sociais. Atualmente sobressai a necessidade de alterações no desenvolvimento de parcerias entre as empresas e as organizações sem fins lucrativos, assegurando que sejam relações "win-win", ou seja, em que tanto as empresas como a comunidade obtêm vantagens com a união de esforços.

Portugal não constitui exceção e algumas empresas integram já organismos de reflexão sobre o tema. A BP é uma delas, sendo membro fundador da GRACE - Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial, ao qual pertencem igualmente outras empresas que desempenham um papel importante no âmbito da Responsabilidade Social.