1. Home
  2. Notícias
  3. bp e Eni assinam acordo para a criação de uma joint venture independente em Angola

bp e Eni assinam acordo para a criação de uma joint venture independente em Angola

A bp e a ENI assinaram hoje um acordo para a criação de uma companhia independente, Azule Energy - uma companhia da bp e Eni, detida em 50% por cada uma das companhias, que combinará os seus negócios em Angola

 Luanda (Angola), 11 de Março de 2022 – A bp e a ENI assinaram hoje um acordo para a criação de uma companhia independente, Azule Energy - uma companhia da bp e Eni, detida em 50% por cada uma das companhias, que combinará os seus negócios em Angola. O acordo é resultado do memorando de entendimento assinado pelas duas companhias em Maio de 2021. A Azule Energy, será uma nova companhia internacional de energia, gerida de forma independente, com mais de 200.000 boe/dia de produção líquida de petróleo e gás e cerca de 2 mil milhões de recursos líquidos.

Espera-se que a Azule Energy seja o maior produtor em Angola, com participações em 16 concessões, assim como participações na Angola LNG. A Azule Energy está igualmente empenhada em adicionar à sua carteira de negócio os interesses da Eni na Solenova, uma empresa de energia solar detida em conjunto com a Sonangol.  A Azule Energy terá um forte leque de novos projectos a iniciar nos próximos anos, incluindo os novos projectos de produção de petróleo Agogo e PAJ nos blocos 15/06 e 31, respectivamente. 

A nova companhia também irá desenvolver o Novo Consórcio de Gás (NGC), o primeiro projecto de gás não-associado no país, que contribuirá para a satisfação das necessidades económicas de Angola, para o seu percurso de descarbonização e fortalecerá a sua posição como um interveniente global na área de LNG. A bp e a Eni partilham objectivos comuns para a Azule Energy na consecução dos objetivos ambientais e de sustentabilidade. A bp e a Eni acreditam que a combinação dos seus esforços, numa perspectiva de longo prazo, criará operações mais eficientes e oferecerá um potencial de investimento, criação de emprego e crescimento em Angola. A Azule Energy continuará a desenvolver o potencial máximo do sector de upstream no país, posicionando-se, simultaneamente, na busca de novas oportunidades na transição energética tendo em conta o crescimento do gás e energias renováveis no seu portfólio.

 

Bernard Looney, CEO do grupo bp, afirmou:

 

“Angola tem sido uma região importante para as operações da bp e esta nova aposta destaca e permite a continuação do nosso compromisso com o país. A Eni é um parceiro valioso na região. A Azule Energy tem como base a combinação das nossas fortes capacidades e competências e, mais importante, assenta nos nossos valores e crenças sobre qual deve ser o futuro do sector energético. Acima de tudo, a Azule Energy será capaz de impulsionar eficiências e novas oportunidades numa carteira de negócios mais abrangente e atractiva”. 

 

Claudio Descalzi, CEO da Eni, declarou: 

 

“A criação da Azule Energy representa um passo importante na nossa estratégia para acelerar o crescimento através de empresas agéis e financeiramente independentes. Ao combinar duas companhias de padrão internacional numa equipa mais forte, a Azule Energy vai alavancar sinergias e activos de alta qualidade, reforçando as actividades em Angola e terá um dos maiores portfólios de produção, desenvolvimento e oportunidades de pesquisa da África Subsariana. A bp partilha os nossos valores e a nossa abordagem de transição justa e estamos bastante satisfeitos em ser parceiros nesta iniciativa”.

 

As prioridades principais da nova companhia serão a saúde, segurança ocupacional, desempenho ambiental, execução de projectos e eficiência de produção. A joint venture manterá o acesso a tecnologias de ponta e às melhores prácticas através do apoio técnico específico da Eni e da bp. A Azule Energy dará sequência aos compromissos de investimento social da bp e da Eni em Angola 

 

Desde o anúncio da intenção de criar a joint venture em Maio de 2021, a bp e a Eni trabalharam em conjunto com o governo de Angola e a criação da Azule Energy estará sujeita a todas as aprovações governamentais e outras aprovações relevantes, com o objectivo de fianalizar a transação em meados de 2022. Uma vez estabelecida, a Azule Energy será contabilizada nos balanços da bp e da Eni.

 

A produção de hidrocarbonetos e emissão de GHG continuarão a ser reportadas equitativamente. Actualmente, a Eni é a operadora dos Blocos 15/06, Cabinda Norte, Cabinda Centro, 1/14, 28 e brevemente do NCG (Novo Consórcio de Gás). Além disso, a Eni tem participações nos Blocos 0 (Cabinda), 3/05, 3 / 05A, 14, 14 K / A-IMI, 15 e Angola LNG. A bp é operadora dos Blocos 18 e 31 e tem participações nos Blocos 15, 17, 20 e 29. A bp tem também participações no Novo Consórcio de Gás (NCG e na Angola LNG.

 

Para mais informações: Gabinete de imprensa da bp, Londres: bppress@bp.com

+44 (0)7831 095541

Gabinete de imprensa da bp Angola: claudia.santana@bp.com

 

Contacto da Eni para questões de comunicação externa:

comunicacao.externa.eniangola@eni.com

Website: www.eni.com

 

Nota aos Editores: A Eni e a bp assinaram um acordo para constituir uma joint venture incorporada (50/50) que irá combinar a carteira de negócios das duas empresas em Angola. Os principais activos incluídos na transação são:

 

bp: A bp é operadora dos Blocos 18 e 31 e tem participações nos blocos 15, 17, 20 e 29. A bp tem também participações no Novo Consórcio de Gás (NCG) e na Angola LNG.

 

Eni: A Eni é a operadora dos Blocos 15/06, Cabinda Norte, Cabinda Centro, 1/14, 28 e brevemente do NCG (Novo Consórcio de Gás). Além disso, a Eni tem participações nos Blocos 0 (Cabinda), 3/05, 3 / 05A, 14, 14 K / A-IMI, 15 e Angola LNG.

  • A produção de hidrocarbonetos actual da bp em Angola é de aproximadamente 100.000 boe/dia. Após a conclusão desta transação espera-se que a quota-parte da bp na produção da Azule Energy seja de aproximadamente100.000 boe/dia. A produção actual da Eni é de aproximadamente 100.000 boe/dia. Após a conclusão desta transação espera-se a quota-parte da Eni na produção da Azule Energy seja de aproximadamente100.000 boe/dia. 
  • Espera-se que a produção total da Azule Energy cresça para além dos 250.000 boed até 2025, com base nas actividades de desenvolvimento e pesquisa em carteira. • No âmbito desta transação, a Azule Energy tem a obrigação de adquirir a participação da Eni na Solenova. 
  • Esta transação é uma transação de Classe 2 para a bp de acordo com as regras de cotação em bolsa do Reino Unido.
  • O valor bruto dos activos da bp sujeitos a esta transação à data de 31 de Dezembro de 2021 era de aproximadamente $6.8 mil milhões e no ano que terminou a 31 de Dezembro de 2021, os activos geraram um lucro, antes de impostos, de aproximadamente $1.1 mil milhões. 
  • O valor bruto dos activos da Eni sujeitos a esta transação a 31 de Dezembro de 2021 era de aproximadamente $7.3 mil milhões e no ano que terminou a 31 de Dezembro de 2021, os activos geraram um lucro, antes de impostos, de aproximadamente $0.5 mil milhões. 
  • Ao abrigo dos termos do acordo, a bp e a Eni vão receber, cada uma, 50% dos interesses da Azule Energy. A Eni irá receber um ajustamento líquido de $338 milhões através da Azule Energy, sendo que 62.5% serão pagos com a cocnlusão e 37.5% pagos à data do primeiro aniversário do fecho da transação. 
  • A bp e a Eni vão deter cada uma 50% da Azule Energy em conformidade com a estrutura societária. A Azule Energy será contabilizada nos balanços da bp e da Eni. A produção de hidrocarbonetos e emissão de GHG serão reportadas equitativamente